Vamos falar de acessibilidade?
- Natalia Rolim

- 16 de mai. de 2019
- 2 min de leitura
Cada vez mais estamos fazendo a cidade na vertical, muitos prédios e poucas casas. E sem falar que muitos apartamentos não tem acessibilidade real, então temos nos virar nos 30 e fazer um apartamento adequado.
Esse banheiro não posso reclamar, ele tem 7m², um bom tamanho.

Originalmente ele tinha um bidê, e uma cuba somente. No box já veio espaço previsto para banheira.

A pedido do próprio cliente tiramos o bidê e instalamos uma ducha higiênica, que eu particularmente prefiro indicar.
Instalamos as barras de apoio conforme a norma pede, mas lembre-se que nem sempre o que a norma pede é o que serve para aquele tipo de acessibilidade, vai muito de pessoa para pessoa. Por exemplo, ele prefere usar a cadeira de banho, por isso não instalamos o assento reclinável.
Nivelamos área molhada com a área seca e embutimos o trilho do box para não atrapalhar a passagem da cadeira.
O toalheiro elétrico também foi fundamental, além de ajudar a manter as toalhas sempre quentinhas no inverno, ele não precisa sempre ter que se locomover até a área de serviço (afinal estamos falando de projeto real, e convenhamos toalha precisa secar).

Na bancada optamos por duas cubas, ele e ela, e um lado sem armário inferior para encaixe da cadeira. Repare que o espelho tem uma leve inclinação, isso ajuda a não perder área de reflexo para quem está sentado.
Nesse caso especifico o cliente optou pela banheira convencional da Pretty Jetty modelo Small Lev, (pelo valor e pelo pouco uso dela) mas hoje encontramos modelos acessíveis no mercado, que pode servir não somente para cadeirantes, mas também para pessoas com algum tipo de mobilidade reduzida.

Reparam que é um banheiro acessível, mas que pode ser usado por qualquer um da casa?
Acessibilidade tem que ser assim, não ser algo exclusivo, e sim algo que todos consigam utilizar. Bom essa é minha opinião comente aqui o que acha!






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